Bacchi: terapeuta explica como o fanatismo religioso afeta as relações

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Na última quarta-feira (18/5), a coluna LeoDias revelou com exclusividade que o casamento de quatro anos entre Karina Bacchi e Amaury Nunes chegou ao fim.

O principal motivo para o término da relação, seria o fanatismo religioso de Bacchi, que passou a impossibilitar conversas sobre outros assuntos e a aproximação com outras pessoas fora do ambiente religioso.

Para entender melhor como o fanatismo religioso pode influenciar nas relações, a coluna LeoDias conversou com a terapeuta Deise Cristina Gomes.

A psicóloga ressalta que, em um primeiro momento, praticada de maneira consciente, a religiosidade gera aspectos positivos para vida de qualquer pessoa.

No entanto, quando essas práticas começam a entrar no campo do exagero, isso pode afetar a vida de alguém: “No princípio, é um fator positivo, em sua vida, porém, se essa pessoa intensificar essas práticas de forma a viver sua religiosidade de modo fanático, essa mesma experiência se torna negativa para ela”.

Gomes explica que o fanatismo religioso pode ser definido “como uma crença exagerada, uma adesão cega a uma visão de mundo ou doutrina, de tal modo que o fanático identifica sua crença com a verdade absoluta e se sente como o dono da verdade”.

Logo, muitas vezes, os fanatizados acabam por considerar todos aqueles que não seguem a fé como “inimigos”, chegando até, em casos extremos, a perseguir aqueles que professam diferentes religiões, o que não seria o caso de Bacchi.

Com isso, a terapeuta relata que esta prática pode levar a rompimentos no comportamento social: “O fanatismo provoca problemas de ordem social, de relacionamentos entre pessoas (até mesmo da mesma família!) e tudo isso pode causar sofrimentos, separações e rompimentos. Uma experiência que cause sofrimento psíquico, seja ela religiosa ou não, exerce uma influência negativa na vida de quem a vivencia e merece atenção”.

Caso Karina Bacchi 

Pessoas próximas ao casal contaram à coluna que os principais motivos de divergência entre Karina Bacchi e Amaury Nunes é o fanatismo religioso da atriz. Bacchi chega a ler a bíblia entre 8 e 10 horas por dia e raramente tocava em outros assuntos, senão religião, com o ex-marido.

Uma das fontes revelou que a atriz se recusou a ir em um evento que contava com Thiaguinho como uma das atrações, uma vez que o cantor não é evangélico.

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