Filhos desviados. E agora, o que fazer?

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Depende muito da idade dos filhos. Se eles ainda estão em idade que devem submissão aos pais, os pais devem exercer autoridade e colocar limites.

Quando os filhos já têm idade para assumir responsabilidade sobre si mesmo, a atitude dos pais deve ser a mesma que Pedro ensina às esposas em I Pedro 3.1-3 – calar – há poder no silêncio de pais fiéis a Deus.

2) Como se prevenir para que isso não aconteça e manter o filho dentro da igreja?

Só amar os filhos não basta. As mães dos marginais que estão nos presídios os amam profundamente. Os visitam e ficam desesperadas a cada motim, querendo notícias suas.

É preciso educar os filhos. Educar no temor do Senhor, em submissão, no ensino da Palavra, gastando tempo com eles, discipulando, conversando, brincando e se divertindo e permitindo que a criança viva todas as fases da vida, desde a meninice até a juventude em plenitude, de forma saudável e feliz. Sem imposições ou extremos.

3) Os pais geralmente estão muito preocupados sobre o que eles vão ser quando crescer. E a parte espiritual, eles têm sabido cuidar dessa parte?

Existem dois extremos perigosos. Alguns pais vivem ocupados demais com igreja, trabalho e os próprios interesses, assim, não gastam tempo com os filhos. Outros, obrigam os filhos a serem crentes a todo custo, querendo que os filhos sejam “santos” antes da hora ou exigem uma santidade que eles não possuem. Pais saudáveis produzem filhos saudáveis.

4) A igreja e os pais têm sua parcela de culpa quando um jovem se desvia?

Nem sempre. É claro que todos os pais se culpam quando um filho se desvia, mas conversão é uma decisão pessoal. É possível fazer tudo certo e mesmo assim o filho se desviar.

5) Alguns pais têm costume de largar os filhos na igreja, transferindo sua responsabilidade de educar. Isso é correto?

De jeito algum. A responsabilidade de educar os filhos é primariamente dos pais.

Via AmoFamilia.com.br

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